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	<title>LCG Consultoria em Gestão &#38; Sustentabilidade</title>
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		<title>Florestas Verticais</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 19:02:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nova Tendência de Edifícios Verticais Sustentáveis Você já imaginou abrir a ja­nela ou a sacada de seu aparta­mento, a 100 metros de altura, e poder de perto apreciar a natureza? Para os italianos isso é possível. Situa­da na cidade de Milão, na Itália, está sendo construído um edifício residen­cial com 110 metros de altura que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="color: #216821;"></p>
<div id="attachment_501" class="wp-caption alignright" style="width: 202px"><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Edifico-Vertical1.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g498]"><img class="size-medium wp-image-501 " title="Edifico Vertical" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Edifico-Vertical1-192x300.jpg" alt="" width="192" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">Edifico Bosco Verticale, Milão Italia </p>
</div>
<p></span>Nova Tendência de Edifícios Verticais Sustentáveis</p>
<p>Você já imaginou abrir a ja­nela ou a sacada de seu aparta­mento, a 100 metros de altura, e poder de perto apreciar a natureza? Para os italianos isso é possível. Situa­da na cidade de Milão, na Itália, está sendo construído um edifício residen­cial com 110 metros de altura que abrigará literalmente uma floresta vertical, através do plantio de 900 ár­vores, arbustos e florais nas varandas do empreendimento.</p>
<p>Denominado de Bosco Verti­cale, o edifício possuirá 40 mil m<sup>2</sup> de área construída, sendo que o espaço verde do empreendimento compre­enderia em uma área plana oequiva­lente a 10 mil m<sup>2</sup> de florestas.</p>
<p>Além da inovação na manei­ra de pensar do convívio do homem com o meio ambiente, a adoção deste sistema de florestas verticais trará muitas vantagens no conforto térmico dos moradores. Com uma menor incidência de radiação solar nos apartamentos, maior captação de gás carbônico e produção deoxigênio, esta idéia pode ser propícia para os problemas de poluição das grandes cidades e principalmente na economia de energia.</p>
<p>Aliada a outras inovações sustentáveis, como captação da á­gua da chuva, reutilização da água dos apartamentos, implantação de células de energia solar e plantas eólicas, estes edifícios podem se tornar uma tendência habitacional para o futuro, contemplando tecno­logia, e a capacidade de construir ambientes modernos e confortáveis, integrados ao meio ambiente,</p>
<p>Mesmo a nossa cidadecon­templando as mais variadas paisa­gens entre mar e montanhas, e pos­suir um potencial de crescimento do setor, a construção civil está sempre em busca de novas idéias e diferen­ciais. Desta forma, a possibilidade de termos vista para o mar da nossa sala de estar, e ao mesmo tempo es­tarmos em meio à Mata Atlântica, sem impactá-la, pode estar bem próxima.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #216821;">Alexandre de Avila Leripio e Gian Franco Werner</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #216821;">LCG Consultoria em Gestão &amp; Sustentabilidade</span></p>
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		<title>Perfil do Engenheiro Civil</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 17:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lcg</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Perfil do Engenheiro Civil Não é nenhuma novi­dade os impactos que a Cons­trução Civil causa no meio ambiente. Mas muito já se tem pensado, estudado e desen­volvido para minimizar tais efei­tos. Porém o grande desafio é o envolvimento dos profissionais desta área, frente às questões socioambientais. Foi-se o tempo em que a única função dos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Engenharia1.png" rel="wp-prettyPhoto[g468]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-475" title="Engenharia" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Engenharia1-300x206.png" alt="" width="320" height="206" /></a></p>
<p><strong>Perfil do Engenheiro Civil</strong></p>
<p>Não é nenhuma novi­dade os impactos que a Cons­trução Civil causa no meio ambiente. Mas muito já se tem pensado, estudado e desen­volvido para minimizar tais efei­tos. Porém o grande desafio é o envolvimento dos profissionais desta área, frente às questões socioambientais.</p>
<p>Foi-se o tempo em que a única função dos engenhei­ros era construir, agora é pre­ciso ir além. É necessário ter uma visão sistêmica, pensar na obra como um todo, desde as­pectos operacionais e econô­micos, até ambientais. Afinal a construção civil manipula uma tecnologia capaz de modificar completamente o ambiente. Portanto, nada mais justo e ne­cessário que os profissionais da área dêem atenção aos im­pactos que podem causar na natureza, na cultura local, na mobilidade, e na qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>o primeiro passo de um profissional competente nos tempos atuais, é conhecer e providenciar o atendimento a legislação ambiental, Depois optar por produtos e tecnolo­gias sustentáveis, além de utili­zar de sua criatividade para o desenvolvimento de novas maneiras e métodos para tor­nar os empreendimentos viá­veis frente às novas demandas do mercado e da sociedade.</p>
<p>O Engenheiro Civil pode ser um agente de mudanças, levando em conta nas suas de­cisões critérios sociais e am­bientais. Este é o perfil do profis­sional de engenharia civil que o mercado de trabalho valoriza e reconhece cada vez mais co­mo um capital das organiza­ções do setor.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #216821;">Alexandre de Avila Leripio e Rejane de Cristo</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #216821;">LCG Consultoria em Gestão &amp; Sustentabilidade<br />
</span></strong></p>
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		<title>Efeito Estufa: Exemplo de inventário de gases gerados na Estação Antártica</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[LCG]]></category>

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		<description><![CDATA[Efeito Estufa: Exemplo de inventário de gases gerados na Estação Antártica As mudanças climáticas, fenômenos naturais que vem sendo intensifi­cados devido ao aumento das emis­sões de gases de efeito estufa (GEE), tornaram-se tema indispensável nas negociações internacionais ligadas à sustentabilidade global, destacando-se a aprovação em 1997 do Protocolo de Quioto, que definiu objetivos quantifi­cados para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Doc1.docx"></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_457" class="wp-caption alignright" style="width: 316px"><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Cópia-de-Matéria-Setembro-2011.jpg"><img class="size-medium wp-image-457 " title="Efeito Estufa: Exemplo de inventário de gases gerados na Estação Antártica" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Cópia-de-Matéria-Setembro-2011-300x204.jpg" alt="" width="306" height="204" /></a>
<p class="wp-caption-text">Engenheiros Gustavo e Alexandre na Estação da Antártica</p>
</div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Efeito Estufa: Exemplo de inventário de gases gerados na Estação Antártica</strong></p>
<p>As mudanças climáticas, fenômenos naturais que vem sendo intensifi­cados devido ao aumento das emis­sões de gases de efeito estufa (GEE), tornaram-se tema indispensável nas negociações internacionais ligadas à sustentabilidade global, destacando-se a aprovação em 1997 do Protocolo de Quioto, que definiu objetivos quantifi­cados para a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa nos chamados países desenvolvidos. Mais recente­mente, em 2010, foram estabelecidas metas de redução de emissões também para os denominados países emergen­tes, sendo estas em caráter voluntário.</p>
<p>O continente Antártico está locali­zado na região mais sensível às varia­ções climáticas do planeta e é conside­rado um local onde é possível detectar antecipadamente as respostas do am­biente às mudanças climáticas globais.</p>
<p>Por esse motivo, em 1991 foi assinado o Protocolo de Proteção Ambiental do Tratado da Antártica, também conhe­cido como Protocolo de Madri, tendo como propósito assegurar a proteção do meio ambiente na Antártica, em to­das as atividades humanas desenvolvi­das no continente.</p>
<p>A elaboração de inventários é o primeiro passo para auxiliar na identi­ficação das atividades mais importantes em termos de impactos gerados ao meio ambiente através das emis­sões antrópicas de GEE. Desta forma, através do Projeto de Implantação de Sistema de Gestão Ambiental na Esta­ção Antártica Comandante Ferraz, foi organizado um programa de gestão específico de GEE, contribuindo dessa forma para promover a sustentabilida­de do Programa Antártico Brasileiro.</p>
<p>Os dados foram coletados in loco no período de janeiro a março de 2011, quando a partir dos processos mapea­dos na Operação Antártica &#8211; OPERAN­TAR XXVII (fev, 201 O) foram identifica­das as emissões atmosféricas e suas respectivas fontes, características e composições.</p>
<p>Para viabilizar o entendimento e quantificação das emissões de GEE decorrentes das atividades desenvol­vidas na Estação utilizou-se a norma ISO 14.064-1/2007 e o The Greenhouse Gas Protocol, adotando-se os fatores de emissão do óleo diesel comum, refe­renciados pelo Programa Brasileiro GHG Protocol (2010). O mesmo Programa dis­ponibiliza uma ferramenta para cálculo das emissões provenientes de combus­tão, que foi utilizada no presente estudo.</p>
<p>Foram contempladas as emissões de CO<sub>2</sub>, CH<sub>4</sub> e N<sub>2</sub>O e como limites para a contabilização foram inclusas as fontes de emissões das atividades de rotina operacionalizadas pela Marinha do Bra­sil na Estação Antártica. Os processos analisados foram os seguintes: gera­ção de energia pelos diesel geradores, aquecimento de água pela caldeira, operação das embarcações, viaturas e equipamentos para diversos fins, além da incineração de resíduos orgânicos e o tratamento de efluentes pela ETE. Também foram contempladas as emis­sões de fontes móveis e estacionárias.</p>
<p>Após a contabilização identificou­-se que as principais emissões de GEE das atividades desenvolvidas provêm da geração de energia elétrica através dos diesel geradores, que junto com as caldeiras contabilizam mais de 97% das mesmas, somando mais de 938 toneladas de CO<sub>2</sub> emitidos.</p>
<p>É possível identificar uma grande discrepância entre o total das emissões de cada gás contabilizado, onde o dióxi­do de carbono é apontado como o gás de efeito estufa mais abundante emitido pelas atividades realizadas na EACF, mes­mo quando comparado aos outros GEE convertidos em C0<sub>2</sub>e (C0<sub>2</sub> equivalente, uma medida padrão para comparação entre emissões de gases estufa).</p>
<p>O principal objetivo do desen­volvimento de um primeiro inventá­rio de uma organização é identificar a representatividade das fontes de emissões, norteando assim o rumo do gerenciamento e auxiliando na determinação de metodologias para a realização dos inventários de emis­sões de gases de efeito estufa anuais.</p>
<p>Assim como o Programa Antárti­co Brasileiro procedeu em relação à EACF, as empresas devem realizar seus inventários de gases de efeito estufa. Deve-se considerar que todo resíduo sólido, efluente líquido ou emissão at­mosférica gerada significa um desper­dício e uma ineficiência associados aos processos de produção, sobretudo no que se refere à taxa de conversão de matérias-primas em produtos.</p>
<p>Seja pela pressão dos mercados ou pela redução de custos e desperdí­cios nos processos, no futuro próximo a busca pela eficiência energética das empresas e, por conseguinte, do inven­tário de gases de efeito estufa, deve se intensificar cada vez mais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #216821;"><strong>Alexandre de Avila Leripio e </strong><strong>Gustavo Rohden Echelmeier</strong></span></p>
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		<title>Vidros Inteligentes</title>
		<link>http://www.lcgconsultoria.com.br/novidades/lcg/vidros-inteligentes/2011/12/06/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 18:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lcg</dc:creator>
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		<category><![CDATA[LCG]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova tendência de produção deve baixar custos e deixar ambientes mais sustentáveis. Você já se imaginou, ou realmente esteve, na sala de seu escritório em pleno verão e o sol incidindo diretamente á sua janela?  Isso parece comum, e o ar condicionado acaba “solucionando” o problema da elevada temperatura, garantindo assim, seu conforto. No entanto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nova tendência de produção deve baixar custos e deixar ambientes mais sustentáveis.</strong></p>
<p>Você já se imaginou, ou realmente esteve, na sala de seu escritório em pleno verão e o sol incidindo diretamente á sua janela?  Isso parece comum, e o ar condicionado acaba “solucionando” o problema da elevada temperatura, garantindo assim, seu conforto. No entanto o consumo de energia tende a ser elevado.</p>
<p>Como forma de reduzir o consumo de energia e manter o ambiente confortável, uma das opções são os chamados vidros inteligentes. Esta tecnologia utiliza-se de uma corrente de baixa voltagem, que consome pouca energia, e consegue tornar os vidros mais opacos ou mais transparentes de modo a acompanhar a luminosidade natural do dia.</p>
<p><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Vidros-Inteligentes.png" rel="wp-prettyPhoto[g447]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-449" title="Vidros Inteligentes" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Vidros-Inteligentes-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Ou seja, nos dias em que a luminosidade solar é baixa, os vidros automaticamente ficam mais transparentes, deixando a luz penetrar no ambiente e assim economizando energia elétrica. Já nos dias em que a quantidade de luz, temperatura e sensação de calor são altas, estes vidros tornam-se mais opacos, não permitindo assim que o clima externo interfira na comodidade e no conforto interno. Sendo, portanto, uma solução com benefício ambiental e econômico.</p>
<p>Esta tecnologia já existe, no entanto seu custo era elevado. Atualmente grandes indústrias começaram a desenvolver estes produtos, e a partir do próximo ano a tendência é que estas tecnologias tornem-se mais acessíveis, e o uso destes vidros nas fachadas dos edifícios comerciais e residenciais seja mais comum. Garantindo modernidade no acabamento dos edifícios, assim como, uma maior economia de energia e conforto térmico.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #216821;"><strong>Alexandre de Avila Leripio e Gian Franco Werner</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #216821;"><strong>LCG Consultoria em Gestão e Sustentabilidade</strong></span></p>
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		<title>Licenciamento Ambiental</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 18:05:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Licenciamento Ambiental é um instrumento da Política Nacional de Meio Ambiente, instituída pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, com a finalidade de promover o controle prévio à construção, instalação, ampliação e funcionamento de estabelecimentos e atividades que utilizam recursos ambientais, considerados efetiva e potencialmente poluidores, bem como os capazes, sob ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_441" class="wp-caption aligncenter" style="width: 248px"><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/12/418506.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g440]"><img class="size-medium wp-image-441" title="Licenciamento Ambiental" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/12/418506-291x300.jpg" alt="" width="238" height="188" /></a>
<p class="wp-caption-text">Licenciamento Ambiental</p>
</div>
<p>O Licenciamento Ambiental é um instrumento da Política Nacional de Meio Ambiente, instituída pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, com a finalidade de promover o controle prévio à construção, instalação, ampliação e funcionamento de estabelecimentos e atividades que utilizam recursos ambientais, considerados efetiva e potencialmente poluidores, bem como os capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental.</p>
<p>O órgão ambiental licencia uma atividade potencialmente causadora de degradação ambiental através de um processo administrativo, com objetivo preventivo e desde que, sejam preenchidos pelo empreendedor os requisitos normativos exigidos.</p>
<p>A resolução CONSEMA N.º 003/2008 Aprova a Listagem das Atividades Consideradas Potencialmente Causadoras de Degradação Ambiental passíveis de licenciamento ambiental pela Fundação do Meio Ambiente – FATMA e a indicação do competente estudo ambiental para fins de licenciamento.</p>
<p>Os empreendimentos desenvolvidos pela construção civil, por serem atividades que utilizam recursos naturais e considerados potencialmente causadores de degradação ambiental são submetidos, em sua maioria, ao licenciamento ambiental.</p>
<p>As atividades da construção civil, em especial os Condomínios Residenciais Verticais, são empreendimentos passíveis de licenciamento ambiental, elaborado através de um Relatório Ambiental Prévio – RAP ou de um Estudo Ambiental Simplificado – EAS, definido com base na Resolução CONSEMA N.º 003/2008.</p>
<p>O estudo ambiental apresenta uma abordagem entre os elementos dos meios físico, biológico e sócio-econômico, buscando a elaboração de um diagnóstico integrado da área de influência do empreendimento, possibilitando a avaliação dos impactos resultantes da implantação e operação do empreendimento, e a definição das medidas mitigadoras, de controle ambiental, e compensatórias, quando couber.</p>
<p>Portanto, o licenciamento ambiental é considerado um dos mais importantes instrumentos de caráter preventivo da gestão ambiental, uma vez que visa combinar o crescimento econômico aliado a preservação do meio ambiente, utilizando os recursos naturais de forma sustentável.</p>
<p>Atualmente, empresas especializadas em licenciamento ambiental tornam-se necessária para que o empreendedor cumpra os requisitos legais, minimizando os impactos ambientais negativos de forma segura, e com redução de riscos com multas e embargos de suas atividades.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #216821;"><strong>Alexandre de Avila Leripio e Everton Maestri</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #216821;"><strong>LCG Consultoria em Gestão e Sustentabilidade</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>NOVOS INVESTIMENTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:59:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[LCG]]></category>

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		<description><![CDATA[Governo lança Centro de Pesquisa de Inovação e Sustentabilidade O ministro da Ciência, Tecnologia e Informação, Aloizio Mercadante, e a ministra do Planejamento, Mirian Belchior, fizeram no dia 11 de agosto em São Paulo, o lançamento do Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac). O lançamento do parque é uma ação da política ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/12/construcao-desoneracao2.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g425]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-429" title="construcao-desoneracao" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/12/construcao-desoneracao2-300x200.jpg" alt="" width="186" height="142" /></a></p>
<p><strong>Governo lança Centro de Pesquisa de Inovação e Sustentabilidade</strong></p>
<p>O ministro da Ciência, Tecnologia e Informação, Aloizio Mercadante, e a ministra do Planejamento, Mirian Belchior, fizeram no dia 11 de agosto em São Paulo, o lançamento do Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac).</p>
<p>O lançamento do parque é uma ação da política de iniciativa governamental, para o avanço tecnológico e sustentável da construção civil brasileira, e surge em um momento em que o setor está em pleno crescimento.</p>
<p>O Pisac será implantado no campus da Universidade de Brasília com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Associação das Indústrias da Construção Civil e do setor público e privado do ramo imobiliário. Busca alavancar as pesquisas para o desenvolvimento da construção civil com bases economicamente consolidadas e estrutura de excelência, com o objetivo de tornar o setor mais resistente a competição de mercado e as crises financeiras, bem como fortalecendo a busca da sustentabilidade.</p>
<p>Com um orçamento de mais de 25 milhões para o início da primeira etapa do parque, o governo reafirma o esforço pela busca de novas tecnologias e consolidação do mercado brasileiro no setor imobiliário.</p>
<p>Ainda, <span style="color: #216821;"><strong> </strong></span>de acordo com o ministro Mercadante, o Brasil precisa de mais pesquisas no setor, para que os problemas que as empresas tendem a resolver individualmente sejam fatores de estudo globais e que suas soluções avancem de forma sustentável.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #216821;"><strong>Alexandre de Avila Lerípio e Gian Franco Werner</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #216821;"><strong>LCG Consultoria em Gestão &amp; Sustentabilidade.</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desenvolvimento com sustentabilidade</title>
		<link>http://www.lcgconsultoria.com.br/novidades/lcg/corporativo/desenvolvimento-com-sustentabilidade/2011/08/23/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 20:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Câmara Brasileira da Indústria da Construção lança Programa de Construção Sustentável Foi lançado no último dia 10 de agosto, durante o 83º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), o Programa de Construção Sustentável desenvolvido por empresas oriundas do setor da construção civil, universidades, representantes do poder público e da sociedade. O programa está baseado ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Câmara Brasileira da Indústria da Construção lança Programa de Construção Sustentável </strong></p>
<p>Foi lançado no último dia 10 de agosto, durante o 83º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), o Programa</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_368" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/08/bfcaf594-646e-4752-80cc-4b4004f52f95.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g365]"><img class="size-medium wp-image-368  " title="Construção Sustentável" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/08/bfcaf594-646e-4752-80cc-4b4004f52f95-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>
<p class="wp-caption-text">Desenvolvimento com Sustentabilidade &#8211; Construção Sustentável</p>
</div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>de Construção Sustentável desenvolvido por empresas oriundas do setor da construção civil, universidades, representantes do poder público e da sociedade.</p>
<p>O programa está baseado em sete temas essenciais, e busca nortear ações que devem ser realizadas para garantir o desenvolvimento do setor de forma sustentável, com o engajamento da esfera pública em planos de ações setoriais, atrelados a um aperfeiçoamento das demandas jurídicas.</p>
<p>A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), responsável pelo lançamento do estudo, acredita que existe uma possibilidade eminente de um maior desenvolvimento tecnológico, com o aprimoramento na concepção de projetos de construção, aliados a uma melhora na gestão de pessoas e processos, buscando um setor mais sustentável, como é visto atualmente em outros países.</p>
<p>O Programa, que discorre sobre as áreas de água, desenvolvimento humano, energia, materiais e sistemas, meio-ambiente, infra-estrutura e desenvolvimento urbano, mudanças climáticas e resíduos, como base para seu desenvolvimento, elucida que estas ações buscadas para o setor devem auxiliar no diálogo e compartilhamento de informações para uma maior evolução e sustentabilidade da construção civil.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #046111;">Alexandre de Avila Leripio e Gian Franco Werner.</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #046111;">LCG Consultoria em Gestão &amp; Sustentabilidade.</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Investimentos na Gestão de Resíduos da Construção Civil e Demolição</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 17:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Junho, a Caixa Econômica Federal (CEF) lançou a terceira chamada pública do ano de 2011 para a seleção de projetos para a gestão de resíduos sólidos de construção e demolição, com investimentos oriundos do Fundo Socioambiental Caixa. O prazo inicial para envio dos projetos é até o dia 26 de agosto de 2011, sendo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Junho, a Caixa Econômica Federal (CEF) lançou a terceira chamada pública do ano de 2011 para a seleção de projetos para a gestão de resíduos sólidos de construção e demolição, com investimentos oriundos do Fundo Socioambiental Caixa.</p>
<p>O prazo inicial para envio dos projetos é até o dia 26 de agosto de 2011, sendo que podem se habilitar aos recursos os consórcios públicos, prefeituras municipais com mais de 100 mil habitantes ou instituições vinculadas e responsáveis pela gestão dos resíduos sólidos.</p>
<p>No entanto, para participação na chamada pública, é necessário um Plano de Gestão Integrada dos Resíduos da Construção Civil ou Resíduos Sólidos em vigor no município a ser implantado o projeto selecionado. Desta forma, o município de Balneário Camboriú, por exemplo, estaria apto a participar da seleção.</p>
<p>O objetivo principal da chamada pública da CEF é estimular a reciclagem de resíduos de construção e demolição e seu reaproveitamento nas obras, além de promover a educação ambiental e a mobilização da sociedade.</p>
<p>A CEF está alinhada com as ações dos ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome para implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, tais como o lançamento no mês de Julho da campanha “Separe o Lixo e Acerte na Lata”.</p>
<p>O intuito da campanha é preparar a sociedade brasileira para uma mudança de comportamento em relação à coleta seletiva do lixo, ressaltando os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos para o País.</p>
<p>Maiores informações sobre a campanha podem ser consultadas no <em>hotsite</em> <span style="text-decoration: underline;">separeolixo.com</span>, ressaltando que a construção civil é responsável por grande consumo dos recursos naturais do planeta, contribuindo fortemente com a geração de resíduos sólidos. Portanto, pratique a responsabilidade socioambiental e promova o gerenciamento dos resíduos nas suas obras!</p>
<div id="attachment_355" class="wp-caption aligncenter" style="width: 628px"><img class="size-full wp-image-355   " title="Imagem1" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem12.jpg" alt="" width="618" height="135" />
<p class="wp-caption-text">Campanha dos ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome para sensibilização da sociedade para a Política Nacional dos Resíduos Sólidos.</p>
</div>
<p style="text-align: left;"><strong></strong><span style="font-size: xx-small;">           </span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #046111;">Alexandre de Avila Leripio e Daiana Censi</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #046111;">LCG Consultoria em Gestão &amp; Sustentabilidade</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Programa de Certificação do Vale Europeu Catarinense</title>
		<link>http://www.lcgconsultoria.com.br/novidades/lcg/programa-de-certificacao-do-vale-europeu-catarinense/2011/07/13/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 20:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[LCG]]></category>

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		<description><![CDATA[ Este programa tem como foco principal os pequenos empreendimentos com enfoque turístico e que tenham problemas de comercialização de produtos ou que queiram aumentar a mesma, bem como empresas que passem por problemas no gerenciamento do empreendimento, cuja principal mão de obra é a familiar e/ou local. Selo de Certificação &#8211; Circuito Vale Europeu Catarinense ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp"> Este programa tem como foco principal os pequenos empreendimentos com enfoque turístico e que tenham problemas de comercialização de produtos ou que queiram aumentar a mesma, bem como empresas que passem por problemas no gerenciamento do empreendimento, cuja principal mão de obra é a familiar e/ou local.
<dl id="attachment_338" class="wp-caption alignright" style="width: 190px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/07/vale-europeu1.png" rel="wp-prettyPhoto[g337]"><img class="size-medium wp-image-338 " title="Vale europeu" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/07/vale-europeu1-198x300.png" alt="Vale europeu" width="180" height="309" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Selo de Certificação &#8211; Circuito Vale Europeu Catarinense</dd>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp">
<p>O SEBRAE é o principal parceiro/articulador desse projeto, por entender a necessidade de aumentar a eficiência dos processos inerentes aos empreendimentos, bem como suas peculiaridades e pretende com este projeto instrumentalizar os empresários para o aumento da eficácia dos resultados da empresa. Os resultados esperados são benefícios ambientais, econômicos e sociais de forma efetiva para o empreendimento e para a comunidade e ao mesmo tempo, comunicar ao mercado um padrão de qualidade de produção, o que vai repercutir em produtos também com mais qualidade.</p>
<p>Com esse programa, será possível desenvolver padrões certificáveis baseados em outras Normas e nas melhores práticas e estabelecer um sistema único e reconhecido de verificação do atendimento aos critérios pelos empreendedores. Para isso, está sendo concebido, desenvolvido e implantado o Programa de Certificação Turística do Vale Europeu, elaborado sob medida para a região e para o perfil dos empresários dos empreendimentos em questão. Para se alcançar esses objetivos será necessário, entre outras ações, de realizar-se um levantamento dos empreendimentos da região e dos critérios e pontos críticos, utilizando-se de alguns empreendimentos-referência como modelos para se certificarem. Esse Programa será elaborado de forma participativa com os empresários e considerando-se as melhores práticas existentes.</p>
<p><p> O Programa de Certificação do Vale Europeu é de caráter voluntário, ou seja, é de decisão do empreendedor, após análise do mercado onde está inserido.</p>
<p> <strong>A Certificação </strong>focaliza o sistema de garantia da qualidade, ou seja, é um Programa de Qualidade pelo qual uma organização certificadora dá garantia escrita (CERTIFICADO) de que os empreendimentos participantes (por exemplo: hotéis e pousadas; restaurantes; postos de combustíveis; lojas de artesanato; serviços de turismo de aventura, entre outros&#8230;.) atendem ao conjunto de critérios estabelecidos.</p>
<p><strong>Para que participar?</strong></p>
<p><p>Os níveis de exigência do mercado são cada vez <strong>maiores</strong> e os empreendedores do Vale Europeu Catarinense precisam estar preparados para atender aos clientes mais exigentes.</p>
</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Resíduos de Gesso</title>
		<link>http://www.lcgconsultoria.com.br/novidades/lcg/corporativo/residuos-de-gesso-2/2011/06/20/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 19:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lcg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova resolução do CONAMA classifica o Gesso como material reciclável  A Resolução nº 307 de 5 de julho de 2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Esta resolução, no seu artigo 3º, classifica os resíduos em classes, sendo que a Classe ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><strong>Nova resolução do CONAMA classifica o Gesso </strong></span><span style="font-size: small;"><strong>como material reciclável</strong></span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<div id="attachment_309" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/06/forro-de-gesso.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g304]"><img class="size-medium wp-image-309 " title="Forro de gesso" src="http://www.lcgconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2011/06/forro-de-gesso-300x226.jpg" alt="" width="250" height="239" /></a>
<p class="wp-caption-text">Forro e paredes de gesso</p>
</div>
<p>A Resolução nº 307 de 5 de julho de 2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Esta resolução, no seu artigo 3º, classifica os resíduos em classes, sendo que a Classe “C”, é representada por resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem/recuperação, tais como os produtos oriundos do gesso.</p>
<p>Porém no último dia 24 do mês de maio, o CONAMA alterou este artigo. A mudança, apresentada pela resolução nº 431 de 24 de maio de 2011, classifica o gesso como resíduo de classe “B”, especificando o material como sendo reciclável, juntamente com os plásticos, papel, papelão, metais, vidros e madeira.</p>
<p>Essa alteração só foi possível graças a iniciativas da Associação Brasileira de Fabricantes de Chapas de Drywall que desenvolveu vários estudos, juntamente com a indústria de cimento, comprovando a possibilidade de reaproveitamento, já que o gesso é um dos componentes (até 5%) na fabricação da argamassa.</p>
<p>A nova classificação do gesso como reciclável possibilitará ao gerador uma melhor destinação deste resíduo. Ele pode ser reutilizado nas fábricas voltando ao processo produtivo, na própria indústria de cimento onde atua como retardador de pega e também, na produção do “gesso agrícola”, que pode ser usado como corretivo de solo, aditivo para compostagem, forração para animais, absorvente de óleo e até para secagem de lodo de esgoto.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Rafaela Picolotto e Gian Franco Werner</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #046111;">LCG Consultoria em Gestão &amp; Sustentabilidade</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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